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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O futuro: perspectivas para o próximo semestre.

Bem, eu não sei como vai ser minha vida no próximo semestre. Eu estava planejando dá uma diminuída no ritmo da Saúde Coletiva (mais ainda?) e talvez adentrar em um mestrado. Acabei me inscrevendo em só uma seleção (apesar de ter planejado participar de três) e o resultado não foi como esperado. E olha, eu achei que tinha ido bem, mas a vida é assim. Como eu venho recebendo meu salário atrasado a mais de um ano (muro da lamentações, Virginia?), talvez eu me dedique a estudar para passar em outros concursos públicos. Eu estava realmente satisfeita com meu trabalho na prefeitura de São Leopoldo, mas a situação financeira realmente nos faz repensar até que ponto vale a pena nos submeter ao que vem ocorrendo. E o mestrado? É um sonho vivo dentro de mim, se não der ano que vem, fica pro próximo, mas continuarei tentando. Não largarei a saúde coletiva (eu amo vocês), mas dedicarei mais tempo a outros projetos, visando mais satisfação profissional. E que venha os 30 (sem crise, por favor).



Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu

Não damos pé
Entre tanto tic-tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

A mesma idade
Que a idade do céu

A IDADE DO CÉU (Paulinho Moska)





Resultado: Boneca pré-adolescente feliz.

Eis o resultado do meu trabalho (DURO!!!) Minha boneca pré-adolescente com traços de infância metida a bailarina. Vou ser bem sincera, eu não comecei a fazer pensando em como seria o resultado, eu só pensava em fazer "bem feitinho". Eu queria que parecesse o trabalho de uma profissional, e o resultado foi surgindo naturalmente. Tive muita ajuda do PINTEREST para as inspirações, que me levou a Princesa Leia de cabelos verdes. Fiquei satisfeita com o resultado, mas já estou pensando em trabalhos futuros, aprimorar o rostinho, talvez aprender a costurar na máquina. Sei lá.  Obrigado aos colegas e a Prof. Stella pelas aulas divertidíssimas ( e gulosas!)

"Because I'm happy..."

Silêncio: artistas trabalhando!!!

Que silêncio que nada. As aulas em que ficamos dedicamos a confecção de nossos bonecos sexuados (ou assexuados) foram regadas a muita conversa, troca de experiências e aprendizado com os colegas. Ao passo que nos conhecíamos um pouco mais, ensinávamos o outro a costurar, fazer o cabelo nos bonecos, fazer os rostinhos, cortar os moldes e íamos aprendendo juntos. Sem palavras para a experiência e para o gás que a professora Stella nos deu em meio a um semestre meio sisudo. Agradeço profundamente a experiência.






"Mais importante que a chegada, é o caminho que a gente leva. Se for pra sempre, ou pra daqui a pouco, tanto faz. Contanto que me caiba por inteiro, já acho bom. É que eu acho que nem todo mundo me cabe. Não veja pelo lado egoísta. Não seja literal nos fatos. Coma pelas beiradas. A gente não cabe em todo mundo. Algumas pessoas não suportam ser represa com a gente sendo rio." MATHEUS ROCHA. 

Trabalhinho nosso.

Apesar de não ter conseguido acompanhar a galera na Restinga para a apresentação de nosso trabalho, fica a felicidade de um resultado concreto de algumas horinhas dedicadas a elaboração de gráficos, tabelas, etc... Foi muito gratificante ver que o material elaborado para Bioestatística II virou revista. Parabéns a todos nós.



Abaixo, o link para a "RESTINGA EM REVISTA":

http://www.youblisher.com/p/1257379-/


Onda de Lama (e de descontentamento)

Poucos colegas sabem, mas eu fiz um MBA em Gestão Ambiental por acreditar que temas ligados ao desenvolvimento sustentável e preservação ambiental deveriam ser objeto de estudo de profissionais de todas as áreas. Estou totalmente sem palavras para descrever o sentimento que tenho ao ver as imagens do "acidente" ocorrido em Mariana-MG. Sem muita disposição para discutir o que "poderia" ter sido feito para evitar a tragédia, espero as cenas dos próximos capítulos e quais serão as punições efetuadas aos responsáveis.


Eu sei Charlie Brown, esse ano está difícil.

Desenvolvendo as habilidades artísticas - Oficina de Bonecos Sexuados e otras cositas más

Esse semestre fomos desafiados pela (fofa <3) Prof. Stela a desenvolvermos nossas habilidades manuais através da construção de bonecos sexuados. Juntei minha sacolinha de materiais de costura e fui a luta. No meio do caminho, na compra das coisitas que faltavam, me empolguei com o ponto cruz e comecei a fazer também, mas acabei não concluindo nada grande. Mas o material já tenho, só tenho que me organizar e dedicar uma horinha diária para minha "limpeza mental", que às vezes eu dedico aos livros de colorir. Preciso relaxar mais a mente, ando muito ansiosa, querendo ficar estressadinha e, como já tive episódios de depressão, tenho que cuidar da caixola. Relax, baby.


O segundo semestre: Segurando a onda.

O segundo semestre começou com a corda toda. Eu já tinha sentido que a onda do primeiro semestre foi pesada para mim, decidi pegar menos UPP's, mas acabei com a mesma quantidade de dias letivos do semestre passado. Chegou um ponto em que eu quis levantar a bandeira branca, acabei trancando a TISC II e faltando bastante no final do semestre. É difícil. Espero não reprovar por falta, pois milagrosamente fui bem na prova de Planejamento e entreguei todos os trabalhinhos de bioestatística. Quando a Tutoria.... Merece um post só pra ela.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O primeiro semestre: como uma onda.

O primeiro semestre no bacharelado em Saúde Coletiva acabou me causando uma pequena  revolução interna que eu não esperava, me mobilizando de diversas maneiras.
Durante minha vida inteira, sempre estudei, sempre busquei entender mais sobre diferentes assuntos, que às vezes podem até parecer que não se conectam, mas que dentro da minha formação pessoal influencia em minhas atitudes frente aos desafios que a vida me lança. Quando eu conclui a pós-graduação em gestão ambiental, decidi que antes de partir para o mestrado (novamente), eu deveria estudar algo diferente, mas envolver-se com a Saúde Coletiva é mais que estudar, é aprender, é compartilhar, é pensar diferente.


Faço uma analogia desse primeiro semestre do curso na minha vida como uma onda, que simboliza a força da natureza, que provoca agitação e mudanças, e pode estar associada tanto a mudanças negativas como positivas. Neste caso, estou buscando compatibilizar com outros aspectos da minha vida, de modo a extrair somente o positivo e não prejudicar outras áreas.


Entender melhor que existem forças políticas que influenciam nos sistemas de saúde e que nem sempre basta boa vontade para mudar algo, mas habilidades para lidar com diferentes linhas de pensamento e, conhecer algumas instituições de saúde em Porto Alegre, analisando as mudanças ocorridas no atendimento influenciadas pelas mudanças de governo e de constituição do país foram algumas das contribuições da UPP de Políticas Públicas e Sistemas de Saúde (coitado do meu marido, que tinha que discutir às 23:00h comigo as inquietações que me restavam pós-aula).
A UPP de promoção me instigou a olhar diferente para as campanhas publicitárias institucionais, tentando entender quais eram as intenções com as escolhas feitas pelos seus criadores.
A TISC e a Tutoria trouxeram experiências pedagógicas inovadoras, de se comprometer de verdade com um curso on line e interagir com colegas que não conhecemos pessoalmente, além dos fóruns presenciais, na qual são apresentadas e discutidas questões acadêmicas e do campo da SC.
 E me encontrei na Bioestatística, afinal, sou uma pessoa de cálculos mesmo, de tudo Preto no Branco, buscando ser mais compreensiva com quem consegue ver o mundo de todas as cores. Talvez, esse curso me ajude a ser mais flexível, menos cabeça-dura e mais compreensiva quando não conseguimos atingir exatamente nossa meta, mas conseguimos avançar para algo melhor.
Meu desafio para o próximo semestre é organizar minha agenda, tentando não ficar muito trás no curso, mas entendendo minhas limitações, de tempo e até mesmo físicas (sim, eu fico exausta ao final do dia). Vejo que alguns colegas acabaram desistindo do curso por tentarem abraçar o mundo, e tenho essa consciência do que é possível e o do que é impossível para mim.


Afinal, o ótimo é inimigo do bom (Voltaire). O que não queremos mesmo, é o ruim.  



quarta-feira, 1 de julho de 2015

Em favor de que estudo? Em favor de quem? Contra que estudo? Contra quem estudo?


O texto “Ensinar nos exige a convicção de que mudança é possível”, esclarece que em realidades difíceis, o educador deve entender “a questão do saber do futuro como problema, não como inexorabilidade.”  O texto utiliza como exemplo as catástrofes naturais, onde apesar dos conhecimentos existentes não conseguirem eliminá-las, a engenharia nos permite sobreviver a elas. O educador que admitir uma postura onde, aquela realidade enfrentada não pode ser amenizada, evitada ou mudada, assume que não somos capazes de intervir na realidade e gerar saberes, não sendo possível, nem aceitável, seja qual for a disciplina de formação deste sujeito. Paulo Freire nos desafia a mudar o mundo que não é, mas que está sendo. 

Fonte: Lissu, 2006.

A tirinha de Lissu, traduzida e disponibilizada pelo acervo Paulo Freire mostra os ensinamentos desse grande pedagogo a uma nova educadora, esclarecendo a ela que “Você não pode dizer para os outros o que eles deveriam acreditar ou não”, por outro lado, a incentiva na busca de fazer um trabalho para mudar o mundo, estando na profissão certa.



terça-feira, 23 de junho de 2015

Nuvem de Palavras: Word Clouds

Na UPP de "Tópicos Integradores em Saúde Coletiva I" nos foi solicitado a criação de duas nuvens de palavras, uma com a temática de Saúde Pública e outra sobre Saúde Coletiva, após as discussões conceituais via moodle. Tive dificuldades com a ferramenta sugerida para criação das nuvens por incompatibilidade de JAVA, portanto não consegui utilizar o http://www.wordle.net/create. Por sugestão de colegas, utilizei outro site onde poderia se gerar a "Nuvem de palavras": http://worditout.com/, que apesar de não possuir todas as modalidades de personalização da ferramenta sugerida, cumpriu a função a que se prestava. 


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Reflexão: O normal, o igual e o diferente.

"Temos o direito de ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades."Boaventura de Souza Santos    

A frase de Boaventura de Souza Santos define muito bem a igualdade. A questão de ser iguais a ponto de perdemos a identidade, como é ilustrado e difundido pelo profissional da primeira charge,  não reflete o ideal que buscamos. Na segunda charge, é ilustrado o parecer de uma professora sobre uma criança que não se encaixa nos "padrões estabelecidos" e portanto, deve ser tratada de maneira diferente, a inferiorizando, também não é isso que buscamos. Encontrar o equilíbrio entre o normal, o igual e o diferente é um desafio que muitos profissionais não conseguem ou não estão prontos para lidar, mas o que deve ser refletido sempre que lidamos com o "fora do padrão" , sem dúvida, é nunca reproduzir ou reforçar preconceitos. Afinal, de perto, ninguém é normal.  












quinta-feira, 18 de junho de 2015

UFRGS Portas Abertas 2015


Em 16 de maio tive a oportunidade de participar da maior atividade anual de extensão da universidade, o UFRGS Portas Abertas, que recebe a comunidade, especialmente estudantes de ensino médio para divulgar as atividades e cursos que ocorrem em cada centro de ensino. Primeiramente, fui destacada para ser "volante" nos corredores da Escola de Enfermagem, mas surgiu a oportunidade de acompanhar uma enfermeira que aplicou REIKI nos visitantes, divulgando a técnica que atualmente está sendo utilizada como prática integrativa na atenção básica.  Conheci o REIKI e outras práticas integrativas como a auriculoterapia, reflexologia podal e a acupuntura, e ainda aproveitei para divulgar o curso de Saúde Coletiva para os estudantes. Experiência aprovada!!! Quero repetir ano que vem.


Foto: Divulgação UFRGS

Foto: Acervo Pessoal

sexta-feira, 24 de abril de 2015

PALESTRA: O SISTEMA DE SAÚDE ITALIANO

No dia 09/04/2015 tivemos a oportunidade de conhecer um pouco de como funciona o Sistema de Saúde Italiano, através dos alunos Andrea e Brigida, que estão em intercâmbio no Programa de pós-graduação em Saúde Coletiva, oriundos da Università di Bologna. A explanação foi bastante didática, apresentando um panorama histórico, a organização atual, as perspectivas futuras e as dificuldades enfrentadas para mudar os aspectos que não funcionam muito bem.  No início da palestra, os sistemas Bismark, Beveridge e Americano foram brevemente apresentados, o que nos iniciou em diferentes Sistemas de Saúde implantados no mundo. Um personagem importante permeou toda a palestra, que foi o Médico de Família (e o Pediatra de Família), que motivou estes estudantes a virem ao Brasil conhecer como funciona o “Programa Saúde na Família” e, as Casas de Saúde (semelhantes a nossas UBS), foram apresentadas como um experimento que está sendo implantando especialmente na região de origem dos palestrantes, a Emilia-Romagna. Esse momento de intercâmbio foi uma pequena introdução das diferentes perspectivas e dos compartilhamentos de experiências que acontecerão ao longo do curso e que nos farão evoluir como profissionais. 


quarta-feira, 8 de abril de 2015

FICHAMENTO: Cidadania, Classe Social e Status. Marshall, T. H

Essa semana me deparei com o fichamento de um texto bastante extenso e cheio de conceitos. Minha principal preocupação foi resumir ao máximo para tentar captar as principais ideias texto. Depois de finalizado o trabalho, achei até que resumi demais, mas não vou ficar pensando demais a respeito (senão enlouqueço), o que importa são os conceitos que não ficaram escritos, mas que guardei comigo. Ao longo do texto, me deparei com um trecho que trata do trabalho do Planejador Urbano (que entendi que não cabia inserir no fichamento), mas que me identifiquei bastante e deixo pra vocês: 

" Planejamento urbano equivale a planejamento total neste
sentido. Não apenas toma a comunidade como um todo, mas influencia e deve
levar em consideração todos os interesses, costumes e atividades sociais.
Almeja criar novos ambientes físicos que promoverão ativamente o
crescimento de novas sociedades humanas. Deve decidir qual o aspecto de que
essas sociedades se revestirão e tentar atender a todas as diversificações
maiores que estas devem conter. Os planejadores urbanos apreciam falar de
uma "comunidade equilibrada" como seu objetivo. Isto significa uma sociedade
que contenha uma adequada mistura de todas as classes sociais assim como de
grupos etários e sexuais, ocupações e assim por diante." MARSHALL,T.H.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

MESA REDONDA - Saúde Urbana: Crise Hídrica e a Saúde nas Cidades

Ontem, dia 31.03.2015 tivemos uma mesa redonda que inaugurou a UPP Tópicos Integradores em Saúde Coletiva I e abordou a temática da Crise Hídrica e a Saúde nas Cidades. Foi interessante observar e refletir sobre as colocações feitas pelos integrantes da mesa, onde destaco a questão da utilização da água como indicador de Saúde Pública, a problemática da contaminação dos mananciais por esgotos sanitários e por agrotóxicos, a constatação do fato de que a falta de água sempre afeta primeiro as periferias e muitas outras questões levantadas pelos debatedores, inclusive, o que foi chamado de ''A CRISE HÍDRICA COTIDIANA", que é quando o assumto deixa de ser notícia quando o problema deixa de ser um "desvio", e se torna o cotidiano, como o seguinte dado lembrado nas discussões:  3 (três) rios do estado do Rio Grande do Sul (DOS SINOS, GRAVATAÍ, CAÍ) estão entre os 10(dez) rios mais poluídos do país. Ninguém se assusta mais. Vamos deixar esses desvios se tornarem cotidiano ou não vamos nos calar diante dos problemas?



SAIU NA MÍDIA:

Falando um pouquinho mais sobre o tema, hoje no G1 saiu uma reportagem bastante pertinente a respeito do "colapso" hídrico, deixo o link para vocês:

http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/04/ministro-diz-que-100-cidades-no-ne-estao-em-colapso-hidrico.html

quarta-feira, 25 de março de 2015

FILME: INVASÕES BÁRBARAS (2003) - Direção: Denys Arcand

Este filme franco-canadense, vencedor do melhor roteiro no Festival de Cannes e do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2004 foi exibido em sala de aula na UPP de Políticas Públicas e Sistemas da Saúde I, indicado pelo Prof. Alcindo.

Meu principal destaque neste filme é a reflexão a respeito das relações humanas, centralizado na relação pai/filho e abordando também outras relações. O filme foca nas atitudes tomadas pelo filho, baseadas na força do laço com o pai, para questionar questões éticas, legais, trabalhistas, burocráticas e financeiras, além de criticar fortemente a maneira como se configura o sistema de saúde canadense naquela ocasião.  
Ainda não houve a discussão em sala de aula, aguardo ansiosamente ouvir as reflexões dos colegas sobre as temáticas abordadas no filme.

INVASÕES BÁRBARAS


SUGESTÃO DE FILMES DO MESMO DIRETOR:

Ao pesquisar um pouquinho sobre este filme, li várias pessoas comentando que se trata de uma TRILOGIA do diretor Denys Arcand então, recomendo e irei assistir ao filme O Declínio do Império Americano de 1986 e A Era da Inocência de 2007, para tentar entender a relação entre eles e aprofundar minha crítica a respeito.


domingo, 22 de março de 2015

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

O Bacharelado em Saúde Coletiva da UFRGS tem uma proposta pedagógica diferente do que geralmente se vê em outros cursos, e isso é percebido logo na matrícula, quando é respondido um questionário para se conhecer os ingressantes. Ao longo das primeiras semanas, entendemos que o curso não possui disciplinas, e sim UPP´s (Unidades de Produção Pedagógica) inclusive, podendo mais de um professor compartilhar uma UPP no semestre. A plataforma moodle de EAD também é bastante utilizada para complementar o que é apresentado em sala de aula, o que leva o aluno a se conectar com as tecnologias virtuais. Tive a impressão que o curso exige bastante dos estudantes, tanto de tempo despendido para os estudos quanto às reflexões profundas dentro e fora da sala de aula sobre os temas abordados, o que pode ser exaustivo para os alunos que encaram uma jornada de trabalho ao longo do dia, mas gratificante ao perceber que estamos avançando nas discussões na área da Saúde Coletiva. Por fim, conhecemos o CAESC (Centro Acadêmico dos Estudantes de Saúde Coletiva) que me pareceu bastante ativo, nos enviando e-mails e que nos receberam com um “salchipão” em prol da reabertura dos RU´s da UFRGS proporcionando integração com os outros estudantes. 

REFLEXÃO DO DIA: Admirável Gado Novo

Decidi postar essa música, pois além do Zé Ramalho ser um artista excepcionável e dela ser linda, ela leva a uma reflexão a respeito da massificação, que é um dos conceitos que vem a minha cabeça quando penso: Que sanitarista quero ser? ou Que sanitarista não quero ser?



Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber
E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer
Êh, ô, ô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!
Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou!
Êh, ô, ô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!
O povo foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores tempos idos
Contemplam esta vida numa cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam, nem se pode flutuar
Êh, ô, ô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!

APRESENTAÇÃO

Eu sou a Virginia Granjeiro, Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Federal do Piauí e possuo MBA em Gestão Ambiental e Sustentabilidade pela IERGS/UNIASSELVI, sou caloura da turma 2015.1 do Bacharelado em Saúde Coletiva da UFRGS e o objetivo deste “blogfólio” é atender uma demanda pedagógica desta graduação, sendo uma proposta de compilação da produção elaborada pelo estudante ao longo do curso, proporcionando uma interação diferente entre os discentes e os docentes e se apresentando como uma nova maneira de conhecer as competências dos alunos.
Ao longo do curso, vou entender melhor a dinâmica do blogfólio, mas o nome escolhido já entrega a minha proposta: CONEXÃO COLETIVA, onde vou tentar conectar o conhecimento adquirido ao longo da graduação em Saúde Coletiva com minhas outras experiências e com o que anda acontecendo no mundo, especialmente com os temas quem envolvam a coletividade.
                             
Quem quiser conhecer mais do meu outro lado, pode acompanhar minha página no Facebook: https://www.facebook.com/DER.Brasil, onde compartilho ideias de Decoração Econômica e Reciclagem.

Prontos para acompanhar essa nova jornada? Vamos lá!!!