O texto “Ensinar nos exige a
convicção de que mudança é possível”, esclarece que em realidades difíceis, o
educador deve entender “a questão do
saber do futuro como problema, não como inexorabilidade.” O texto utiliza como exemplo as catástrofes naturais, onde apesar
dos conhecimentos existentes não conseguirem eliminá-las, a engenharia nos
permite sobreviver a elas. O educador que admitir uma postura onde, aquela
realidade enfrentada não pode ser amenizada, evitada ou mudada, assume que não somos
capazes de intervir na realidade e gerar saberes, não sendo possível, nem
aceitável, seja qual for a disciplina de formação deste sujeito. Paulo Freire
nos desafia a mudar o mundo que não é, mas que está sendo.
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| Fonte: Lissu, 2006. |
A tirinha de Lissu, traduzida e disponibilizada pelo acervo Paulo
Freire mostra os ensinamentos desse grande pedagogo a uma nova educadora,
esclarecendo a ela que “Você não pode
dizer para os outros o que eles deveriam acreditar ou não”, por outro lado,
a incentiva na busca de fazer um trabalho para mudar o mundo, estando na
profissão certa.


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