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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Em favor de que estudo? Em favor de quem? Contra que estudo? Contra quem estudo?


O texto “Ensinar nos exige a convicção de que mudança é possível”, esclarece que em realidades difíceis, o educador deve entender “a questão do saber do futuro como problema, não como inexorabilidade.”  O texto utiliza como exemplo as catástrofes naturais, onde apesar dos conhecimentos existentes não conseguirem eliminá-las, a engenharia nos permite sobreviver a elas. O educador que admitir uma postura onde, aquela realidade enfrentada não pode ser amenizada, evitada ou mudada, assume que não somos capazes de intervir na realidade e gerar saberes, não sendo possível, nem aceitável, seja qual for a disciplina de formação deste sujeito. Paulo Freire nos desafia a mudar o mundo que não é, mas que está sendo. 

Fonte: Lissu, 2006.

A tirinha de Lissu, traduzida e disponibilizada pelo acervo Paulo Freire mostra os ensinamentos desse grande pedagogo a uma nova educadora, esclarecendo a ela que “Você não pode dizer para os outros o que eles deveriam acreditar ou não”, por outro lado, a incentiva na busca de fazer um trabalho para mudar o mundo, estando na profissão certa.



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